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Polícia Federal segue ex-advogado de Bolsonaro em shopping de São Paulo

Polícia Federal segue ex-advogado de Bolsonaro e apreende celular em meio a jantar em shopping de São Paulo. Motivo apresentado pelas autoridades foi ausência

Foto de Redação PARADOXO BRPor Redação PARADOXO BR··1 min de leitura
Brasileiros — Imagem de capa original não recuperada.

Polícia Federal segue ex-advogado de Bolsonaro e apreende celular em meio a jantar em shopping de São Paulo. Motivo apresentado pelas autoridades foi ausência de Frederic Wassef no dia 11, durante operação de busca e apreensão em sua residência

O ex-advogado de Jair Bolsonaro, Frederick Wassef, foi seguido por agentes da Polícia Federal na noite de quarta-feira (16 ) e teve seu celular particular apreendido pelas autoridades. Wassef estava jantando em um restaurante do Morumbi Shopping, na Zona Sul de São Paulo, no momento da abordagem. A justificativa apresentada pela PF, foi que a apreensão não pôde ser feita na última sexta-feira (11), em virtude da ausência do advogado em sua residência.

Anda nesta semana, Frederick Wassef admitiu ter viajado para os Estados Unidos para recomprar o relógio Rolex vendido pelo ex-ajudante de ordens de Bolsonaro Mauro Cid, para que o item fosse entregue ao Tribunal de Contas da União (TCU). 

“Usei do meu dinheiro para pagar o relógio. O meu objetivo quando comprei o relógio era cumprir a decisão do Tribunal de Contas da União”, admitiu Wassef.

Polícia Federal investiga assessores de Bolsonaro desde 2020 a mando do STF

Desde 2020, pessoas ligadas ao foro íntimo do ex-presidente têm sido investigadas em sigilo pelo Supremo Tribunal Federal. Há questionamentos se o procedimento é de caráter constitucional. 

Como o Paradoxo BR mostrou, Jair Bolsonaro acredita que as investidas contra Mauro Cid – desde a prisão pela suspeita de falsificação de carteirinha de vacinação – é uma forma de pressionar o militar para que ele faça uma delação e use as informações do depoimento contra ele.

“Hoje se sabe, de maneira muito clara, e o Intercept está aí para confirmar e nunca foi desmentido, que usava-se a prisão provisória como elemento de tortura. E quem defende tortura não pode ter assento na Corte Constitucional”, afirmou Bolsonaro ao podcast Te Atualizei, gravado em 1º de agosto e exibido no Dia dos Pais (13).

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