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Gabriel Viaccava

O Triunfo sutil da Esquerda: “Conquistando a Direita por dentro”

Um olhar sobre a guerra ideológica entre direita e esquerda

Foto de Gabriel ViaccavaPor Gabriel Viaccava··4 min de leitura
Direita — Imagem de capa original não recuperada.

Um olhar sobre a guerra ideológica entre direita e esquerda

Compreendo que a distinção entre direita e esquerda pode ser um conceito turvo para muitos, principalmente em um contexto onde referências claras são escassas. Contudo, para os conservadores, é fundamental não se deixar influenciar pela esquerda disfarçada de direita. Frequentemente, esses atores políticos desempenham seus papéis com tamanha habilidade que superam os próprios conservadores; eles seguem um roteiro meticuloso, enquanto os verdadeiros conservadores não se preocupam em ostentar tal etiqueta, pois sabem que as coisas simplesmente são o que são.

Se algo soa errado, é provável que realmente seja. Quem teria imaginado que alguns seriam levados a acreditar por pilantras que Lula, em um lapso altruísta, resolveu aprovar uma reforma tributária que salvaria o Brasil e diminuiria os impostos? Sei que isso soa a insanidade, mas é o que estão pregando por aí! Isso não pode ser esquecido!

Aqueles que apoiaram em 95% a destruição do Brasil precisam ser lembrados e, mesmo que todos sejam imbecis o suficiente para cair nessa conversa mole, mais velha que andar para trás, mesmo que fique falando sozinho, continuarei, pois princípios e valores não devem ser subjetivados por conveniências de ocasião. Normalizar isso é assinar a sentença de morte de uma sociedade. Aceitar que é preciso se unir com o diabo para atravessar o inferno em segurança é a coisa mais estúpida que já ouvi, e o pior é que isso é repetido de forma sistemática.

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“Aqueles que apoiaram em 95% a destruição do Brasil precisam ser lembrados e, mesmo que todos sejam imbecis o suficiente para cair nessa conversa mole”

É desolador ver como tantos são facilmente iludidos. O que aconteceu com o: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam”? Substituíram o Salmo 23 por: Façamos um pacto com o diabo até atravessar o vale da sombra e da morte e torcer para que ele nos devolva a alma no final?

Ver o senso comum de cristãos relativizar e aceitar votar em candidatos de esquerda que implantam ideologia de gênero nas escolas, em nome da passividade, é patético, e aí quando chegar ao ponto em que decidirem que sua vida gera muito custo, entrarão na câmara de gás em nome da passividade? Afinal, já aceitam a manipulação barata e vil, por que parar? Essa atitude reflete exatamente o que estamos vivendo: a sociedade é a causa do problema, fecham os olhos e buscam soluções fáceis, ou acreditam que alguém vai resolver de maneira mágica.

Até aqueles que dizem querer mudanças no fim não as querem! O que querem é fazer discursos bonitos e lacradores na dose certa para não se indispor com o “centro”. Nem a massa crítica quer criar atrito por medo de perder apoio popular, mas, porra, se você não fizer isso, é só mais um imbecil aproveitador que quer dinheiro fácil. Foda-se os números ou quantas pessoas gostam do que você fala, contanto que deite a cabeça no travesseiro e saiba que não é um filho da puta intelectualmente.

Entre esquerda e direita, não há meio-termo, pois são, por essência, antagônicos. Há a direita e a esquerda, o bem e o mal, o belo e o feio. Aqueles que tentam rotular alguém de “extrema” qualquer coisa, só buscam criar divisões fictícias para enfraquecer uns e fortalecer outros. Perdemos de maneira sorrateira, o que pegou muita gente de surpresa, mas já está na hora de acordar, sacudir a poeira e parar de acreditar em contos da carochinha, lembrar dos ideais em comum que, há 10 anos, graças ao professor Olavo de Carvalho, uma caralhada de gente descobriu que não concordava com toda essa merda que a esquerda empurra goela abaixo do povo! Que levou aquele mar de gente às ruas buscando mudanças.

Nessa altura do campeonato, voltarão para a fantasia do teatro das tesouras? A esquerda avança de forma implacável, e me refiro àqueles que se autodenominam “centro-direita”. Afinal, que raios significa ser centro-direita? Um conservador de centro-direita aceita meio aborto?

entregar metade da sua casa para o estado? “Centro” qualquer coisa, na verdade, é aquele esquerdista demasiado ávido que não quer dividir o que rouba com a “causa”, então se diz centro alguma coisa. No final das contas, ou você está com a direita, defendendo princípios e valores sem concessões, ou você é parte do problema. No mundo real, não há meio-termo: ou se enfrenta a corrente, ou se é arrastado por ela. As coisas estão em constante mudança, e quem fica em cima do muro inevitavelmente cai.

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Gabriel Viaccava

Gabriel Viaccava já atuou nos ramos da indústria metalúrgica e Eletro-eletrônica. Atualmente é pecuarista e empreendedor no ramo de comunicação e jornalismo. Apaixonado por história, cultura e geopolítica, Viaccava busca - de forma incansável - se aperfeiçoar pelos temas que domina e estuda.

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