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Redação PARADOXO BR ·
Washington Quaquá afirma não temer punição do Conselho de Ética e desafia autoridade do Legislativo
Washington Quaquá afirma não temer punição do Conselho de Ética e desafia autoridade do Legislativo
Após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) receber uma enxurrada de vaias da oposição na cerimônia de promulgação da PEC 45/2019 da Reforma Tributária, um tumulto marcou a tarde de quarta-feira (20). Descontente com os gritos de”Lula ladrão, seu lugar é na prisão”, o deputado federal Washington Luiz Cardoso Siqueira – o Quaquá – partiu em direção do também deputado, Messias Donato (Republicanos-ES) e o agrediu com um tapa no rosto.
A reação imediata da oposição foi anunciar a denúncia de Washington Quaquá ao Conselho de Ética da Câmara. O líder da minoria na casa, deputado Carlos Jordy (PL-RJ), lamentou o incidente, citando ser “inaceitável” a ocorrência de uma agressão física em pleno parlamento.
“É inaceitável a agressão física a quem quer que seja na Câmara dos Deputados”, lamentou Jordy.
Apesar de estar prestes a responder por sua atitude contra um colega do legislativo, Washington Quaquá sente que o momento é favorável, principalmente com o STF operando ao lado do executivo. Ao ser questionado sobre a cena de violência, o petista dobrou a aposta e disse que repetiria o golpe.
“A autoridade máxima do país na Câmara, e eles dirigindo xingamentos. Falaram que somos todos ladrões, e eu chamei o Nikolas de viadinho. Aí o Donato tentou tirar meu celular, me empurrou e eu dei um tapa na cara dele. Se fizer de novo, toma outro de novo”, afirmou Quaquá no dia seguinte ao incidente.
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