Relembre: os ataques de Gleisi e Humberto Costa a Alexandre de Moraes
Antes da censura, petistas Humberto Costa e Gleisi Hoffmann - duas lideranças do PT - foram críticos agressivos de Moraes
Antes da censura, petistas Humberto Costa e Gleisi Hoffmann – duas lideranças do PT – foram críticos agressivos de Moraes
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes – hoje, aliado de última hora do governo Lula – um dia foi considerado persona non grata pelos líderes do Partido dos Trabalhadores no Congresso.
Moraes – que também preside o Tribunal Superior Eleitoral – foi vítima de críticas pesadas, hoje classificadas como “ataques à democracia”, e punidas com a perda de redes sociais e até de contas bancárias.
Em 7 de fevereiro de 2017, data da sabatina de Moraes no Senado, o líder do PT na casa, senador Humberto Costa (PT-PE), afirmou que a escolha do então presidente interino, Michel Temer (MDB-SP) para ocupar a vaga de Teori Zavascki no STF, foi uma “escolha rejeitada por todo o Brasil.
“Não poderia ter sido uma escolha mais infeliz, uma escolha rejeitada por todo o Brasil, não só pela oposição, mas por muitos que apoiam o governo e apoiaram o golpe que levou esse grupo ao governo”, afirmou Costa.
Humberto Costa ainda apontou que a chegada do indicado por Temer não passava de uma “escolha político-partidária”.
“Mais grave ainda é o fato de que no STF ele vai ajudar a decidir o futuro dos acusados pela Operação Lava Jato. Muitos destes terão sido seus colegas de governo, e muitos deles mergulhados nas acusações. Alexandre de Moraes passará por uma sabatina neste Congresso. Se confirmada, irá depor contra o Senado e contra o Supremo Tribunal Federal”, reiterou.
Os ataques de Gleisi Hoffmann a Moraes
Já a atual presidente do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), foi uma das críticas mais vorazes ao trabalho do futuro ministro. Durante a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a então senadora petista disse que a indicação de Moraes era “uma ameaça” ao estado democrático de direito.
“(Alexandre de Moraes) é prejudicial à democracia, por se tratar de um “militante partidário que faz perseguição política à oposição”, acusou Gleisi, apontando a crítica feita pelo ainda aspirante à suprema corte contra protestos de black blocs em São Paulo.
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Redação PARADOXO BR ·



