Agricultores gaúchos começam a contabilizar perdas causadas pelas inundações
Redação PARADOXO BR ·
Reforma tributária em xeque: mais uma organização rebate o governo Lula e afirma que haverá alta de impostos - e de preços ao consumidor. Bares e restaurantes
Reforma tributária em xeque: mais uma organização rebate o governo Lula e afirma que haverá alta de impostos – e de preços ao consumidor. Bares e restaurantes foram os estabelecimentos mais afetados pela pandemia e não escaparão dos reajustes
Mais uma organização ligada à alimentação se pronunciou contrária ao atual texto da reforma tributária defendido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Embora o petista afirme que não haverá aumento da carga de impostos, quem vive a realidade do dia-a-dia discorda com veemência.
A Associação Nacional de Restaurantes (ANR) aponta que a unificação dos tributos federais, estaduais e municipais em seus serviços elevaria a cobrança de 8% para até 15% dos impostos que incidem sobre os pratos vendidos ao público. O estudo da ANR abrangeu todos os fatores, desde compra de alimentos, produção e venda das refeições.
A Associação Nacional de Restaurantes ainda aponta que não haveria outra saída para os estabelecimentos, a não ser repassarem as perdas diretamente para o consumidor, citando dois fatores centrais: queda do lucro e recuperação lenta dos efeitos da pandemia. Vale lembrar que a política do “fica em casa” defendida pelo atual governo quando era oposição afetou bares e restaurantes de forma pesada.
Na visão do fundador da ANR, Roberto Bielawski, a reforma tributária de Lula ainda vai gerar muita sonegação de impostos, caso mantida como está no texto.
“Há empresas que estão no Simples. Você vai acabar tendo um incentivo enorme para que o setor não se capitalize, não cresça. Ou, pior ainda, vai ter sonegação de impostos, como existia antes.”, alertou. O lucro do setor sem a reforma tributária é de 10%. Com a reforma, os estabelecimentos seriam forçados a reajustar os preços de seus itens vendidos no cardápio em até 20%.
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