Maduro baixa 6 decretos e ataca “soberania nacional” da Guiana
Redação PARADOXO BR ·
“A ditadura venezuelana adotou ações em questões de defesa, nacionalidade, administração e economia, em clara violação da jurisdição e da integridade
O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, afirmou que Maduro usa premissas democráticas para praticar “atos antidemocráticos”
Após quase uma semana sem pronunciamentos contundentes, as entidades internacionais começaram a reagir à tentativa do ditador Nicolás Maduro de anexar 70% do território da Guiana. Para o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, a ação do venezuelano é “ilegal e ilegítima”, destacando a promulgação do referendo aprovado no último domingo que dá sinal verde ao governo de Maduro para tomar posse de Essequibo – área rica em campos de petróleo.
“O regime de Maduro continua a tomar e a promover ações ilegais contra a Guiana”, apontou o dirigente da OEA. “A ação é um flagrante desrespeito ao direito internacional e uma forma de “uso democrático” de ações totalmente antidemocráticas”, acrescentou Luis Almagro.
O secretário-geral da OEA ainda destacou a existência de um tratado internacional existente desde 1889 para ratificar suas críticas a Maduro, o qual classificou como “ditador” – prática adotada desde sempre pelo Paradoxo BR
“A ditadura venezuelana adotou ações em questões de defesa, nacionalidade, administração e economia, em clara violação da jurisdição e da integridade territorial de outro Estado”, ratificou.
Luís Almagro também anunciou que a OEA está prestes a se reunir para a discussão de eventuais represálias contra a ditadura de Nicolás Maduro. O político venezuelano tem adotado uma postura agressiva, inclusive contra os Estados Unidos. No início da semana, Maduro clamou para que o governo Biden “figue distante” e não se envolva “em questões nacionais da Venezuela”.
Redação PARADOXO BR ·