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Redação PARADOXO BR ·
O Great Reset está mais próximo do que o mundo desconfia? Klaus Schwab, alemão fundador do Fórum Econômico Mundial, acredita que sim
O Great Reset está mais próximo do que o mundo desconfia? Klaus Schwab, alemão fundador do Fórum Econômico Mundial, acredita que sim
Em 1971, o presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, anunciou o que o mundo ficaria conhecendo pelo nome somente durante a pandemia de covid-19: o primeiro Grande Reset financeiro de nossa história.
Sim. Há mais de 50 anos, com a disparada do endividamento norte-americano, Nixon decretou que o dólar não seria mais indexado ao ouro – valor usado desde o fim da Segunda Guerra Mundial como padrão seguro de negócios universal. Era o fim do acordo de Bretton-Woods.
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Com o passar das décadas, crises voltaram a comprometer as reservas mundiais. Hoje, voltamos a testemunhar países como EUA, Japão e os gigantes da União Europeia tomados pelo endividamento público.
Pegando carona na pandemia e na onda da “sustentabilidade” e combate “às mudanças climáticas” organizações como o Fórum Econômico Mundial e as grandes corporações capitalistas decidiram investir em um grande apagão global. Tudo “para o bem da sociedade”.
Além de tentar corrigir as finanças de seus próprios países, os globalistas aproveitaram da fragilidade econômica causada pelo covid-19 para empurrar goela abaixo de nações mais pobres políticas como a dos créditos de carbono – que só enfraquecem a produção, além da ideia de criar uma moeda global e políticas assistencialistas.
O projeto tem nome e sobrenome, além de alguns padrinhos: o engenheiro e economista alemão Klaus Schwab, fundador do Fórum Econômico Mundial. Ao lado de Schwab, vemos nomes como os de Bill Gates e George Soros, sempre “preocupados” com o que catástrofes ambientais e patológicas podem gerar ao mundo.
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Em 2021, o tema central do Fórum Econômico Mundial foi “O Great Reset”, baseado em um livro escrito pelo próprio Klaus Schwab de onde ele extraiu as bases da reunião virtual e de seus planos para os cidadãos do planeta.
“Você não possuirá nada. E você será feliz. O que você quiser, você vai alugar. E será entregue por drone.”. Para complementar, Schwab disse “Precisamos dar um reset no capitalismo”. Mais direto impossível.
Dois anos após o lançamento do novo Reset global, Schwab permanece firme em sua campanha para doutrinar e controlar o globo. Economia é importante? Para Schwab – nascido em uma das maiores potências do mundo, a Alemanha – o tema agora é secundário. Em sua passagem pelo Brasil ele afirmou ao apresentador Luciano Huck:
“O crescimento do PIB é importante, mas não mais que as causas sociais e ambientais.”, decretou Schwab.
O projeto do apagão global de Klaus Schwab incluiu a criação de uma moeda virtual que substituiria o “enfraquecido dólar”. Impossível não dar um deja vu do primeiro reset, promulgado por Richard Nixon em 1971. Porém, com diferenças gritantes – principalmente no poder de alcance.
No universo perfeito globalista de Klaus Schwab, cada cidadão do mundo teria uma conta com ID digital. Ele receberia o seu “bolsa família globalista” a partir desse protocolo.
Mas não seria nada de graça, claro. Ai que entrariam as práticas ambientais sustentáveis, pegadas e créditos de carbono etc. Se saísse da linha, ora… ficaria sem seu biscoito. Ou melhor: sem sua moeda digital (criptomoeda), sujeita a bloqueios se o cidadão não fosse “sustentável” o bastante.
Donald Trump: “Se perdemos o dólar será como perder uma guerra mundial”
Luiz Inácio Lula da Silva tem um plano. Ele pode não saber nada do que está falando, mas em alguns momentos, tem repetido o discurso globalista de A-Z.
Além dos chavões ambientalistas e mudanças climáticas etc, Lula tem se esforçado para depor contra o dólar em toas as oportunidades.
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O governo esconde, mas certamente há planos para a criação de moedas únicas no Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e Mercosul. Com prioridade para os países mais afundados na crise, como Argentina e a antes ovelha negra Venezuela.
“Quem decidiu que era o dólar a moeda depois que desapareceu o ouro como paridade?”, questionou Lula durante a inauguração de Dilma Rousseff como presidente do NDB, o banco do Brics.
“Por que não foi yen? Por que não foi o Real?
Por que não foi o Peso? – Porque as nossas moedas eram fracas, as nossas moedas não têm valor em outros países. Então, se escolheu uma moeda sem levar em conta a necessidade que nós precisamos ter uma moeda que transforme os países em uma situação um pouco mais tranquila.”, completou Lula.
A fala do ex-condenado por corrupção pode soar infantil, mas não pode ser desprezada pelo contexto do endividamento do poderoso Estados Unidos, hoje governador por outra marionete globalista, Joe Biden.
Em entrevista a Tucker Carlson, Donald Trump lembrou que o país tem perdido aliados em razão do atual estado financeiro norte-americano.
“Nós estamos perdendo o Brasil. Estamos perdendo a Colômbia, na América do Sul”, destacou Donald Trump. “Estamos perdendo o Irã. Já perdemos a Rússia. A China está vencendo. Portanto, já se foi. “Se perdemos o dólar como padrão, será como perder uma guerra mundial”, profetizou.
Do outro lado do globo, Vladimir Putin notou que os globalistas se movimentavam por um caminho sem volta. O russo – apesar de ditador – nunca foi ingênuo financeiramente. Atento às transformações da economia, Putin percebeu que suas commodities poderiam servir como lastro para uma criptomoeda que garantisse mais segurança – principalmente em tempos de guerra.
“A tecnologia das moedas digitais e redes blockchain pode ser usada para criar um novo sistema de pagamentos internacionais que será muito mais conveniente, absolutamente seguro para seus usuários e, o mais importante, não dependerá de bancos ou da interferência de terceiros”, cravou Putin.
Redação PARADOXO BR ·
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