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Novo tenta derrubar medida autoritária do governo Lula

Novo tenta combater medida autoritária do governo Lula. Ministério da Justiça tenta censurar redes sociais com campanha nas escolas

Foto de Redação PARADOXO BRPor Redação PARADOXO BR··2 min de leitura
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Novo — Imagem recuperada do acervo do site original (Wayback Machine).

Novo afirma que portaria do Ministério da Justiça se esconde “por trás de boas intenções” com a intenção de monitorar redes sociais

O partido Novo protocolou nesta sexta-feira (14) na Câmara dos Deputados um Projeto de Decreto Legislativo para tentara barrar a medida do Ministério da Justiça que visa censurar as redes sociais, alegando “combater a violência nas escolas”.

De acordo com a legenda, a ação do governo Lula viola a Constituição em itens como: usurpação da competência dos demais poderes, ausência de previsão legal e quebra de sigilo de dados.

O PDL é de autoria dos parlamentares Adriana Ventura, Gilson Marques e Marcel Van Hattem, que chamam atenção para as “consequências perigosas” que a medida do governo Lula possa gerar se executada.

O Novo destaca que as supostas boas intenções alegadas para a regulação das redes seria uma forma de o ministro Flávio Dino (PSB-MA) “utilizar um problema tão sério como a violência nas escolas para criar um tribunal da verdade e impor sua visão ideológica, cerceando a liberdade de expressão”.

Novo x Dino: ministro ameaça suspender big techs

Mais cedo, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, anunciou um prazo de 72 horas para que todas as redes sociais enviem um relatório com medidas de monitoramento e restrição de conteúdos que sugiram ataques às escolas brasileiras.

A nova portaria da pasta, que enfrenta resistência com o PDL do partido Novo, prevê multas às empresas de tecnologia e internet, além de suspensão, em caso de desobediência às regras.

De acordo com o ministério comandado por Dino, as sanções previstas serão aplicadas por meio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).
“Tenho deixado muito claro: nenhuma empresa vai ter uma regulação maior do que as leis do país”, afirmou Flávio Dino.

“É um princípio fundamental de um país soberano. Nós vamos notificar para tirar o conteúdo imediatamente, imediatamente mesmo, e vamos adotar o mesmo parâmetro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de duas horas. Não havendo o cumprimento, multa e até o limite da suspensão da atividade da empresa”, prometeu o ministro

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