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Na contramão de Lula, até Macron sobe o tom contra o Hamas

Emmanuel Macron viajou a Israel para prestar solidariedade ao povo que sofre ataques terroristas desde 7 de outubro. Além da ajuda, o presidente francês

Foto de Redação PARADOXO BRPor Redação PARADOXO BR··1 min de leitura
Macron — Imagem de capa original não recuperada.

Emmanuel Macron viajou a Israel para prestar solidariedade ao povo que sofre ataques terroristas desde 7 de outubro. Além da ajuda, o presidente francês sugeriu novamente a criação de um Estado Palestino

Enquanto o governo Lula tenta se esquivar ao máximo da condenação ao Hamas como grupo terrorista, até mesmo Emmanuel Macron – um dos governantes mais lenientes com a imigração ilegal  – subiu o tom contra o massacre executado contra Israel, e que já causou a morte de mais de 7 mil pessoas no conflito desde 7 de outubro.

Em Tel-Aviv desde as primeiras horas desta terça-feira, o presidente da França fez um duro pronunciamento contra as ações terroristas do Hamas e Hezbollah contra o povo israelense. 

 “Queremos garantir: vocês não estão sozinhos “Falo isso ao Hezbollah, ao regime iraniano – e também a todos os regimes que ameaçam Israel.  Não corram o risco de ameaçar Israel, isso seria abrir uma porta para uma escalada regional da guerra”, declarou.

Macron defende criação do estado Palestino

Embora tenha viajado a Israel com o intuito de prestar solidariedade ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, Macron também reforçou a intenção da criação de um Estado Palestino para resolver o outro lado do conflito.

“A causa palestina precisa ser escutada usando a razão. O retorno à normalidade não será feito com uma forte resposta ao Hamas, mas também de forma política. O povo palestino precisa de um Estado e território em paz e segurança ao lado de Israel”, completou.

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