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“Mulher do Ano” Saiba quem levou o prêmio nos Estados Unidos

"Mulher do Ano" Saiba quem levou o prêmio. Resultado da premiação foi divulgado nesta semana nos Estados Unidos

Foto de Redação PARADOXO BRPor Redação PARADOXO BR··1 min de leitura
Mulher do Ano
Mulher do Ano — Imagem recuperada do acervo do site original (Wayback Machine).

Mulher do Ano. A ideologia de gênero entrou com força total na cultura dos Estados Unidos da América. O jornal USA Today – um dos mais tradicionais do país e do mundo – decidiu eleger Leigh Finke, uma parlamentar transsexual como a “Mulher do Ano” de 2022. Ela representou o estado de Minnesota na premiação.

Esta foi a segunda vez que uma pessoa que passou por transição de gênero venceu o prêmio. A primeira foi Rachel Levine, funcionária do presidente Joe Biden, agraciada em março de 2022 pelas atividades realizadas no ano 2021. A condecoração é feita anualmente pela publicação, que celebra os feitos realizados em prol da sociedade norte-americana.

Também foram lembradas pelo USA Today a ex-primeira-dama, Michelle Obama (Âmbito nacional), a atriz Goldie Hawn (Âmbito nacional) e a ministra da Suprema Corte de Ohio, Maureen O’Connor. Cada um dos 51 estados norte-americanos tiveram representantes na premiação do USA Today.

“Estamos criando um novo caminho para todos, e todo mundo irá se beneficiar do trabalho que estamos fazendo para os jovens”, disse Leigh, ao receber o troféu.

A parlamentar chegou a ser criticada pela opinião pública norte-americana por ter começado seu trabalho na política somente há quatro meses. Portanto, segundo os analistas, sem tempo hábil de realizar projetos.

Mulher do ano e transição de gênero. Governadora assina decreto para facilitar mudança

Ainda nos EUA, a vice-governadora de Minnesota, Peggy Flanagan (Partido Democrata), assinou uma ordem executiva que visa facilitar a transição de gênero no estado. A medida prevê cuidados relacionados à transição de gênero, incluindo cirurgias.

Flanagan, assim como a vencedora do prêmio Mulher do Ano, Leigh Finke, defendem o processo também em crianças.

“Isso é um sistema de saúde que salva vidas. Quando nossos filhos nos dizem quem são, é nosso trabalho como adultos ouvir e acreditar neles”, afirmou a vice-governadora.

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