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Redação PARADOXO BR ·
MST será investigado pela Câmara dos deputados, Movimento realizou mais de 40 invasões de propriedades em 2023.
CPI do MST e mais três comissões marcaram a quarta-feira no Congresso
A quarta-feira (26) foi marcada pela oficialização de três CPIs e uma CPMI no congresso nacional. Após mais de dois meses, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), leu o requerimento da comissão parlamentar de inquérito que irá apurar os acontecimentos de 8 de Janeiro.
Já no fim dos trabalhos, o presidente da Câmara, deputado federal Arthur Lira (PP-AL), anunciou as comissões para investigar o MST, Lojas Americanas e as apostas on-line no futebol.
“Neste ano, temos um fato concreto, que é a escalada de invasões em propriedades privadas. Nada está sendo feito por parte do governo Lula. Vamos nos reunir com os deputados, montar uma estratégia e investigar os financiadores, as ações de políticos que apoiam as invasões e as omissões desse governo.”, afirmou o deputado federal Tenente-Coronel Zucco (Republicanos-RS), autor do pedido da CPI do MST.
Nos próximos dias, as lideranças da Câmara irão formar o colegiado da CPI para investigar o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, que deverá ser composto de 27 parlamentares titulares e 27 reservas.
Em outra nota sobre o MST, parlamentares da oposição protocolaram, na Procuradoria-Geral da República (PGR), uma notícia-crime contra o líder do movimento, João Pedro Stédile. Ele é acusado de divulgar vídeos incitando a invasão de propriedades rurais.
O deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR) foi o motivador da acusação contra o líder do MST.
“Chama a atenção o fato de o líder do MST usar de sua liderança social para incitar o cometimento de crimes em todo o país, o que de fato vem ocorrendo”, destaca um trecho da notícia-crime. “O Poder Público não pode ser leniente com o cenário de ameaças e invasões anunciadas e promovidas por esse movimento”, apontou o parlamentar.
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