Irmãos Batista são absolvidos e podem voltar à direção da JBS em 2024
Redação PARADOXO BR ·
Ministros de pastas como Comunicações, Turismos e GSI do governo Lula conseguiram se livrar até o momento de ações de busca e apreensão. Juscelino Filho
Ministros de pastas como Comunicações, Turismos e GSI do governo Lula conseguiram se livrar até o momento de ações de busca e apreensão. Juscelino Filho (União-MA) é o que tem o currículo mais extenso da lista
Busca e apreensão tem sido um tema quase diário entre a família e os aliados de Jair Bolsonaro. A mais recente ocorrência colocou o filho mais novo do ex-presidente, Jair Renan em evidência, sem que a Polícia Civil do Distrito Federal apresentasse detalhes.
Com tantos casos do gênero, fica a questão: será que os alvos têm sido selecionados?
O ministro do governo Lula é suspeito de ter gasto dinheiro público para viagens particulares. Os recursos das diárias, geralmente marcadas em finais de semana, teriam sido usados por Juscelino Filho fora da agenda, como a escala feita em Las Vegas enquanto a comitiva de Lula estava em missão oficial na China.
O responsável pela pasta das Comunicações seria hipoteticamente investigado por uso indevido do avião da FAB, além de locar seu gabinete para seu sogro de forma indevida.
Daniela Carneiro – mais conhecida como Daniela do Vaguinho – é suspeita de envolvimento com milícias criminosas ativas na região de Belford Roxo, no Rio de Janeiro. Um dos integrantes da organização, Cristiano de Oliveira Gouveia, o Babu, comprovadamente fez campanha para Daniela em 2022.
Segundo o Ministério Público-RJ, Babu atuou como articulador entre milicianos e traficantes na cidade de Queimados. Os criminosos forneciam armas e dinheiro para o grupo.
Por pressão do União Brasil, Daniela do Vaguinho foi substituída por Celso Sabino, também do União.
O general da reserva do Exército atuou como segurança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desde 2003, ano de sua primeira eleição. G.Dias, como é conhecido, foi revelado pelas câmeras do Palácio do Planalto caminhando pacificamente entre os invasores do 8 de Janeiro. No dia 19 de abril, ele foi exonerado do cargo e faltou a depoimento na Câmara.
Neste mês, mensagens trocadas entre um ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e a “Sombra de Lula” comprovaram que o ex-GSI adulterou um documento em que comprova os alertas sobre os ataques aos Três Poderes. Até o momento, G. Dias não foi alvo de busca e apreensão.
Em agosto de 2022, ex-funcionários do gabinete de André Janones – que atuou como coordenador de campanha digital de Lula – acusaram o deputado de assédio e de obrigar os colaboradores a fazerem rachadinhas (ceder ao parlamentar parte dos salários). Um deles, Fabrício Ferreira, admitiu que cerca de R$ 5 mil reais de um salário de R$ 9 mil eram repassados. Até o momento, não há notícias sobre investigações sobre o suposto crime.
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