Jornais de Israel dão amplo destaque ao evento de Bolsonaro na Paulista
Redação PARADOXO BR ·
Ministro Mauro Vieira também afirmou ignorar a importância do embaixador de Israel. Declaração diverge da reação de petistas sobre o encontro do diplomata com
Ministro Mauro Vieira também afirmou ignorar a importância do embaixador de Israel. Declaração diverge da reação de petistas sobre o encontro do diplomata com Bolsonaro
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, voltou a demonstrar desdém sobre o embaixador de Israel, Daniel Zonshine. Em entrevista concedida a emissora por assinatura Globonews,, o chanceler brasileiro disse “desconhecer” o diplomata israelense e ainda minimizou qualquer possibilidade de Jair Bolsonaro ter colaborado com a liberação da saída dos cidadãos brasileiros que estavam em Gaza à espera de cruzar a fronteira de Raffa, no Egito.
Na última sexta-feira, as autoridades egípcias anunciaram que a lista de repatriação contendo 32 brasileiros e 2 estrangeiros havia sido aprovada para o retorno ao Brasil, após sete tentativas fracassadas.
O anúncio ocorreu um dia após Jair Bolsonaro contatar o Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu, e em seguida ao encontro com o embaixador de Israel no Brasil, Davi Zonshine. A reunião, ocorrida durante evento na Câmara dos Deputados, provocou declarações pesadas de deputados governistas, que chegaram a pedir a expulsão do diplomata do país.
Ao ser perguntado sobre o papel de Zonshine na saída dos brasileiros do coração do conflito com o Hamas, Vieira preferiu ignorar qualquer papel do embaixador.
“Eu não o conheço. Apenas falo com o chefe dele”, se referindo ao Ministério das Relações Exteriores de Israel, Eli Cohen.
Mauro Viera também demonstrou irritação ao ser perguntado sobre Bolsonaro, e a respeito do papel do brasileiro na resolução do imbróglio internacional.
“Eu posso dizer que todo o esforço para a libertação dos brasileiros, desde o início, foi feito pelo governo do presidente Lula, por instrução dele, ressaltou.
“Eu fui o interlocutor de todos os contatos com todos os governos envolvidos, e foi isso que resultou na conclusão exitosa desse acordo entre todos os países envolvidos. Isso é o que eu posso dizer”, garantiu o chanceler.
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