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Guerra Cultural

Ministro de Lula desfila em escola que “demoniza” a polícia e celebra vandalismo

O ministro dos Direitos Humanos, Sílvio Almeida, esteve em carro da escola de samba que fez apologia à tentativa de destruição da estátua de Borba Gato,

Foto de Redação PARADOXO BRPor Redação PARADOXO BR··1 min de leitura
Escola — Imagem de capa original não recuperada.

O ministro dos Direitos Humanos, Sílvio Almeida, esteve em carro da escola de samba que fez apologia à tentativa de destruição da estátua de Borba Gato, ocorrida em julho de 2021

O ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, participou do desfile da escola de samba Vai-Vai, em São Paulo, que fez apologia a um ato de destruição do patrimônio público. Almeida esteve em um carro alegórico que reproduziu o vandalismo da estátua do bandeirante Borba Gato em julho de 2021.

Ao ser entrevistado, o ministro do governo Lula relativizou o ato criminoso, o classificando como “ato de liberdade”.

“Esse carro simboliza um grito de liberdade, uma forma de olhar para o Brasil e dizer como é que a gente, como brasileiro, ocupa os espaços públicos no país”, declarou

Segundo o artigo 163 da Lei nº 2.848/40 do Código Penal, quem comete dano ao patrimônio público pode ficar preso por até 3 anos, além de pagar multa.

Escola de Samba também atacou policiais

Além da apologia ao vandalismo, a escola de samba Vai-Vai usou seu tempo de desfile no Anhembi para atacar as ações da polícia de São Paulo. Por meio de nota, o Sindicato dos Delegados de Polícia do São Paulo repudiou o conteúdo temático do desfile, em especial o do bloco “Sobrevivendo no Inferno”.

“É de se lamentar que o Carnaval seja utilizado para levar ao público mensagem carregada de total inversão de valores e que chega a humilhar os agentes da lei”, escreveu o sindicato.

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