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Milei reforça promessa de privatizar estatais e de fechar Banco Central da Argentina

Eleito com maioria de votos em 21 das 24 províncias argentinas, Milei confirmou à imprensa local que irá trabalhar para controlar a inflação e privatizar a

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Argentina
Argentina — Imagem recuperada do acervo do site original (Wayback Machine).

Eleito com maioria de votos em 21 das 24 províncias argentinas, Milei confirmou à imprensa local que irá trabalhar para controlar a inflação e privatizar a maior parte das estatais do país

O presidente eleito da Argentina, Javier Gerardo Milei, não deve revisar sua meta de privatização das principais empresas estatais do país. Entre elas, a “irmã da Petrobras”, a YPF –  Yacimientos Petrolíferos Fiscales.

Em entrevistas concedidas à imprensa local após a confirmação do resultado das urnas, Milei afirmou que seu plano para resgatar a economia deverá durar 24 meses, e inclui promover concessões à iniciativa privada das empresas de comunicação – entre elas, a TV Pública e a Rádio Nacional – além da petrolífera YPF.

“Tudo o que puder estar nas mãos do setor privado estará nas mãos do setor privado. Inclusive a YPF, que hoje precisa ser reconstruída”, admitiu MIlei

Milei não descarta fechar o Banco Central da Argentina

Durante a conversa com a imprensa, Javier Milei não fugiu das perguntas sobre o Banco Central e inflação, que hoje está em 142% ao ano. 

“Fechar o Banco Central é uma obrigação moral, e dolarizar a economia é uma maneira de nos livrarmos do Banco Central”, ratificou o novo presidente. Embora tenha o BC argentino na mira, o político do La Libertad Avanza disse que não irá mexer nas taxas de câmbio, muito menos colocará limites no estoque de dólares.

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