Irmãos Batista são absolvidos e podem voltar à direção da JBS em 2024
Redação PARADOXO BR ·
A cena também pode ser comparada a um sinistro roteiro de filme de terror. Após tocar fogo sobre si próprio, o homem gritou, de forma assustadora: "Morte ao
Ato de desespero do cidadão de Botucatu que incendiou o seu próprio corpo marca série de protestos contra o ministro do STF. A história – que remete à “Primavera Árabe” de 2011 – é relembrada nos arquivos do Paradoxo BR
O recente caso do conflito entre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes no aeroporto de Roma não é, nem de perto, a história mais sombria relacionada ao magistrado nomeado por Michel Temer (MDB).O Paradoxo BR foi buscar nas páginas recentes da história brasileira um incidente que chocou a população brasileira.
Em 31 de janeiro deste ano – ou seja, três semanas após as invasões do 8 de Janeiro – um cidadão ateou fogo em seu próprio corpo no gramado do canteiro central da Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O motivo central: repúdio às decisões tomadas por Moraes nos últimos quatro anos.
O ato de desespero do brasileiro pode ser comparado a um evento semelhante. Em dezembro de 2011, Mohamed Bouazizi, um jovem ambulante da Tunísia, fez o mesmo gesto, dando origem simbólica ao movimento conhecido como “Primavera Árabe”.
A cena também pode ser comparada a um sinistro roteiro de filme de terror. Após tocar fogo sobre si próprio, o homem gritou, de forma assustadora: “Morte ao Xandão”. O relato foi repetido por diversas testemunhas próximas à cena de autoflagelo.

Outras informações completam o pacote completo de cunho “cinematográfico” – e trágico – do incidente. Ao lado do homem incendiado foram encontrados imagens do militar alemão Claus von Stauffenberg, famoso por tentar tirar a vida do austríaco Adolf Hitler (sua história é contada no filme Operação Valquíria, estrelado por Tom Cruise)
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Cada uma das fotos ainda apresentou uma curiosidade: a frase “Perdeu, Mané”, dita por Luís Roberto Barroso – outro ministro da Suprema Corte que hoje é alvo de processo de impeachment.
Após ser levado para o Hospital da Asa Norte de Brasília , foi divulgado que o homem tinha 58 anos de idade e se chamava Alexandre Leite de Andrade. Professor aposentado, Alexandre era natural da cidade paulista de Botucatu. Mesmo sendo atendido com relativa agilidade, o servidor aposentado acabou falecendo no dia 2 de fevereiro, por consequência das queimaduras.
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