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Juristas protestam contra afastamento de Ludmilla Lins Grilo

Juristas acusam TJ-MG de perseguir Ludmila por criticar o inquérito das Fake News relatado por Alexandre de Moraes

Foto de Redação PARADOXO BRPor Redação PARADOXO BR··1 min de leitura
Juristas em defesa da juíza Ludmilla
Juristas em defesa da juíza Ludmilla — Imagem recuperada do acervo do site original (Wayback Machine).

Juristas acusam TJ-MG de perseguir a magistrada que criticou o inquérito das Fake News

A Associação Brasileira de Juristas Conservadores (Abrajuc) emitiu uma nota de repúdio contra a decisão da justiça de aposentar de forma compulsória a juíza Ludmilla Lins Grillo. A entidade alega “perseguição política” e falta de embasamento jurídico. Já o Tribunal de Justiça de Minas Gerais justificou apenas “interesse público.”

Juristas emitem nota de repúdio Confira os motivos

Em disposição contrária, é público e notório o descontentamento com a desarrazoada medida que, em minuciosa análise, fere de morte a Magistratura nacional. O Estado de Direito não comporta perseguições políticas, ainda que travestidas de missão institucional ou, até mesmo, apresentando uma roupagem constitucional que, a bem da verdade, acaba por se revelar em pirotecnias jurídicas com a finalidade de promover persecução rasteira contra desafetos ideológicos.”, escreveu a associação.

O que diz Ludmilla Lins Grilo

A juíza disse que não ter se assustado com a decisão do TJ-MG. Para ela, foi uma reação do STF, após ela ter feito uma palestra criticando o inquérito das Fake News.

“A magistratura está em risco. Já foi ferida de morte. A maioria das associações não entrou no debate público para tratar dessas questões. Parecem estar do lado do STF”, apontou.

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Foto de Redação PARADOXO BR

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