Agricultores gaúchos começam a contabilizar perdas causadas pelas inundações
Redação PARADOXO BR ·
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem planos de enviar ao Congresso ao menos três projetos de lei ainda em 2023, com a missão de turbinar a arrecadação
Ministro da Fazenda quer emplacar novas taxações no Imposto de Renda para turbinar arrecadação e permitir gastanças do governo com funcionalismo público
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem planos de enviar ao Congresso ao menos três projetos de lei ainda em 2023, com a missão de turbinar a arrecadação de impostos do governo federal.
Após atacar principalmente prestadores de serviços com a reforma tributária, o alvo de Haddad agora será a renda dos contribuintes.
Segundo fontes junto à pasta, as três medidas para sugar os ganhos dos brasileiros seriam: taxação de offshores (investimentos no exterior), extinção dos juros sobre capital próprio e o fim da isenção para empresas que fazem contribuições sociais.
Um dos pontos mais defendidos pelo governo petista é a taxação de offshores – ou seja – de investimentos no exterior. Esse tipo de imposto já é cobrado na saída dos recursos do país.
Na prática, a regra já existe desde janeiro, por meio da Medida Provisória (MP) 1.171, mas poderá caducar se não for votada até o final de agosto. A ideia era vincular a aprovação do novo imposto com o reajuste da alíquota do Imposto de Renda para a Pessoa Física para R$ 2.112.
“As coisas estão indo para o Congresso. Precisam ser aprovados este ano porque, se não, o relator do orçamento vai ter que cortar despesa, ou não não vai conseguir atingir equilíbrio”, afirmou Haddad, em entrevista à GloboNews
A visão do presidente da Câmara, entretanto, é menos otimista. Arthur Lira (PP-AL) acredita que uma eventual discussão desses impostos atrapalharia o debate da reforma tributária.
“Enquanto você está discutindo a Reforma Tributária no Senado, se você vem com esse outro viés agora, antes da finalização, você pode embolar esse meio de campo”, afirmou Lira.
Redação PARADOXO BR ·