Irmãos Batista são absolvidos e podem voltar à direção da JBS em 2024
Redação PARADOXO BR ·
O hacker da "Vaza Jato", Walter Delgatti Netto, recebeu a sentença por ter invadido celulares de autoridades, além de outros crimes. As informações ilegais
O hacker da “Vaza Jato”, Walter Delgatti Netto, recebeu a sentença por ter invadido celulares de autoridades, além de outros crimes. As informações ilegais foram avalizadas pelo STF e contaminou toda a operação Lava Jato.
O juiz Ricardo Augusto Soares Leite, da 10ª Vara Federal Criminal de Brasília, condenou o hacker Walter Delgatti Neto à sentença de 20 anos e 1 mês de prisão pelas práticas apuradas pela Operação Spoofing da Polícia Federal.
A decisão foi divulgada nesta segunda-feira (21), três dias após o depoimento de Delgatti na CPMI do 8 de Janeiro, onde o criminoso acusou o ex-presidente Jair Bolsonaro de tentar grampear ligações do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
Além do hacker da Vaza Jato – como foi apelidado pelos políticos da base lulista e outros envolvidos em crimes apurados pela Operação Lava Jato – mais 5 investigados foram sentenciados hoje: Danilo Cristiano Marques, Gustavo Henrique Elias Santos, Luiz Henrique Molição, Thiago Eliezer Martins Santos e Suelen Priscila de Oliveira.
Walter Delgatti Netto já está preso, de forma preventiva – mas por outra acusação. Ele foi detido a pedido do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, pela suspeita invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Como o Paradoxo BR mostrou, o hacker de Araraquara (uma paródia da expressão “grávida de Taubaté” chegou a explicar ao presidente da CPMI do 8 de Janeiro, Arthur Maia (PP-BA), como seria possível fraudar as urnas eletrônicas. A declaração não foi repercutida pela mídia em geral.
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