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Guerra na Ucrânia: país conta com ‘reforço bélico’ para enfrentar Rússia

Guerra na Ucrânia: país conta com 'reforço bélico' para enfrentar Rússia. Alemanha, Reino Unido e Portugal enviam tanques à Ucrânia

Foto de Redação PARADOXO BRPor Redação PARADOXO BR··1 min de leitura
Guerra na Ucrânia
Guerra na Ucrânia — Imagem recuperada do acervo do site original (Wayback Machine).

Guerra na Ucrânia. A Alemanha anunciou que a primeira leva de tanques de guerra modelo Leopard 2 A6 foi enviada nesta semana às forças armadas da Ucrânia. Os 18 veículos, considerados de ‘tecnologia de ponta’ foram prometidos ao presidente Volodymyr Zelenski em janeiro deste ano.

De acordo com o ministro da Defesa da Alemanha, Boris Pistorius, os tanques alemães devem “fazer uma contribuição decisiva” na linha de frente da guerra com a Rússia.

No campo de batalha, o principal adversário do Leopard 2 será o T-90, um modelo de tanque de manutenção mais ágil.

Guerra na Ucrânia: país recebe mais armamentos de aliados europeus

Além do envio confirmado pela Alemanha, os ucranianos também já podem contar com armamento de Portugal e Reino Unido.

O Ministério da Defesa português confirmou o envio de mais três blindados Leopard 2 A6 para a capital da Ucrânia, Kiev. Os soldados que irão operar as máquinas foram treinados em bases militares da Alemanha.

Já o Reino Unido cedeu uma leva de taques modelo Challenger 2, que chegaram segunda-feira (27) à Ucrânia. A informação foi confirmada pelo ministro da Defesa ucraniano, Oleksiy Reznikov.

Conforme o Paradoxo BR mostrou, a Ucrânia ainda poderá contar com reforço de sua Força Aérea. Caças da Eslováquia serão enviados recentemente para enfrentar o poderio russo.

Segundo o governo eslovaco, serão 13 aeronaves modelo Mikoyan Gurevitch Mig-29. A decisão de colaborar com os ucranianos tornou a Eslováquia o segundo país-membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) a oferecer ajuda militar.

Na ocasião, o ministro ucraniano das relações exteriores. Dmytro Kuleba, reclamou da pouca ajuda que havia recebido até o momento, e que a Ucrânia decidirá, a partir de agora, sobre” o futuro dos países que decidiram não apoiar ou ajudar a Ucrânia na guerra contra a Rússia”.

“A guerra é um momento em que se tem que fazer uma escolha. E cada escolha foi registrada”, afirmou o ministro em entrevista à rede britânica BBC.

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