Saiba como estão as condições de saúde de Jair Bolsonaro e da deputada Amália Barros
Redação PARADOXO BR ·
Disposto a monitorar seus adversários, o governo Lula planeja envolver as próprias Big Techs em um "conselhão fiscalizador". O projeto - previsto para ser
Disposto a monitorar seus adversários, o governo Lula planeja envolver as próprias Big Techs em um “conselhão fiscalizador”. O projeto – previsto para ser adotado, caso não vença no Congresso – teria participação das próprias empresas, além de membros do Congresso e STF
O governo Lula ainda não desistiu de aplicar a censura nas redes sociais e garantir que apenas o conteúdo que não o prejudique seja divulgado. A nova ideia da gestão petista é formar um novo “conselhão”, que atuaria como entidade fiscalizadora das informações veiculadas nas redes.
O projeto regulador tem sido visto como a melhor alternativa, caso o Congresso tenha dificuldade em aprovar o PL 2630/2020 – o PL da Censura. O governo Lula também espera que o STF vote o recurso extraordinário que altera o Marco Civil da Internet, que responsabiliza as Big Techs pelas postagens nas redes sociais.
Para convencer as chamadas Big Techs (empresas gigantes de tecnologia) a aderirem ao “cala-boca” virtual, Google, Meta (Facebook), X (Twitter),TikTok e outros gigantes participariam do processo, averiguando a necessidade ou não da remoção de postagens. Do lado governista, a CGU (Controladoria Geral da União) atuaria como observadora para avaliar se as regras estão sendo cumpridas.
Para completar o “exército de burocratas”, o projeto de Lula ainda quer a formação de um “conselho especial”, que atuaria na supervisão de todo o processo. Ele seria formado por membros do legislativo (Câmara e Senado), judiciário (STF) e da sociedade civil. Segundo informações de bastidores, o “conselhão” não seria composto por maioria governista para “não desagradar opositores”.
Como o Paradoxo BR mostrou, o governo decidiu tirar da pauta a votação do PL 2630, após ser informado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que seria derrotado pelo voto.
Um dos maiores entraves para levar o projeto censurador adiante era uma “agência reguladora” que não tinha composição definida, mas que eventualmente poderia ser dominada pelo Governo Lula.
Redação PARADOXO BR ·
Redação PARADOXO BR ·