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Fogo em alta na Amazônia: INPE registra nova onda de queimadas na região durante o governo Lula

Em 2022, último ano do governo Bolsonaro, queimadas em junho ficaram abaixo da média histórica, iniciada em 1998

Foto de Redação PARADOXO BRPor Redação PARADOXO BR··1 min de leitura
Amazônia
Amazônia — Imagem recuperada do acervo do site original (Wayback Machine).

Fogo na floresta Amazônia volta a se intensificar em junho, com 2,7 mil focos de queimadas na região. Os recordes para o período foram quebrados durante os dois primeiros mandatos de Lula na presidência em 2004 e 2007

Enquanto a ministra do Meio Ambiente promete mais regras e mais impostos em nome da sustentabilidade – projeto defendido pela agenda globalista da ONU 2030 – o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais destacou que o mês de junho voltou registrar números altíssimos de focos de queimada na Amazônia . Os cálculos do INPE desconsideram as eventuais queimadas que possam acontecer nesta sexta-feira (29) e no sábado (30).

De acordo com imagens feitas por satélite, os primeiros 28 dias do mês apontaram para mais de 2,7 mil focos de incêndio na Amazônia – a maior quantidade em 16 anos. Segundo informações do INPE, os dados apurados neste mês só não ficam atrás de 2004 e 2007.

Fogo na Amazônia: recordes de queimadas em junho foram atingidos nos governos Lula

Em 2007, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já exercia o seu segundo mandato no Planalto, foram detectados 3,5 focos de incêndio na região. Já em 2004 – segundo ano do primeiro mandato de Lula – os satélites confirmaram 9,2 mil queimadas na Amazônia – o recorde absoluto para o período que conta, em média, com 2,8 mil focos. Em 2022, último ano do governo Bolsonaro, o INPE computou 2.562 focos de calor – número abaixo da média histórica, iniciada em 1998.

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