Flávio Dino no STF: Troca de afagos com Moro “antecipa” resultado de sabatina
Dino no STF: Com a corda no pescoço, Moro apela para abraços em provável algoz
Dino no STF: Com a corda no pescoço, Moro apela para abraços em provável algoz
Bem no início da sabatina conjunta de Flávio Dino e Paulo Gonet – algo inédito na história do Congresso – uma cena registrada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) praticamente antecipou o resultado da avaliação dos aspirantes à Procuradoria-Geral da República e Supremo Tribunal Federal (STF)
Esbanjando sorrisos, o senador Sérgio Moro (União-PR) não hesitou em abraçar e trocar amenidades com seu eventual algoz na Suprema Corte. Incluído na lista dos “indecisos”, Moro responde processo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) onde poderá ter seu mandato cassado a qualquer momento.
Flávio Dino dribla perguntas e apoia inquérito das Fake News
Com todas as atenções voltadas para Flávio Dino – e poucas para Gonet – o candidato à vaga de Rosa Weber no STF não deixou de ser Flávio Dino. Embora usando um tom mais manso nas respostas, o atual ministro da Justiça e Segurança Pública afirmou que “não irá deixar de receber políticos em seu gabinete”, em caso de ser aceito na corte. Ao mesmo tempo, citou trechos da Bíblia e disse não aprovar “decisões monocráticas” do ministro do STF, “a não ser em casos urgentes, como em guerras”.
Entre as perguntas feitas pelos senadores que ficaram sem respostas, destaque para o questionamento feito pelo senador Esperidião Amin (Progressistas-SC). Amin lembrou das mensagens enviadas pela Abin (Agência Brasileira de Inteligência) ignoradas pelo ex-GSI G. Dias às vésperas do 8 de Janeiro.
Em contrapartida, Flávio Dino deu pistas de que será um defensor ferrenho do inquérito das Fake News relatado pelo ministro Alexandre de Moraes há cinco anos. Ao ser perguntado, Dino afirmou que fake news “poderá ser considerada crime, mesmo sem estar na legislação”.
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Redação PARADOXO BR ·



