Agricultores gaúchos começam a contabilizar perdas causadas pelas inundações
Redação PARADOXO BR ·
Furo no teto de gasto atingiu os US$ 32 tri e os prognósticos do departamento comercial apontam para US$ 132 trilhões até 2053
Dívida interna dos EUA atinge marca histórica inédita, nove anos antes do previsto durante a pandemia de covid-19. Analistas acreditam que a cifra possa atingir os US$ 132 tri nos próximos 30 anos
Na última sexta-feira (16), os Estados Unidos da América registraram um novo recorde de sua dívida pública interna. Segundo o Departamento do Tesouro norte-americano, o país atingiu a marca de US$ 32 trilhões (cerca de R$ 160 trilhões) em débitos – duas semanas após o presidente Joe Biden sancionar a lei que suspendia o teto de gastos para evitar um inédito calote.
A cifra, de acordo com os economistas, foi alcançada nove anos antes do previsto, segundo cálculos feitos pós-pandemia.
Na prática, a medida deu carta branca para que Biden abra linhas de crédito sem limites para contrair mais dívidas que possam quitar os serviços públicos até 1º de janeiro de 2025 – data em que termina a medida provisória que permite furar o marco fiscal.
Análise feita pela Fundação Peter G. Peterson, o acumulo de débitos deve chegar aos US$ 127 trilhões nos próximos 30 anos, sendo que 40% das receitas serão comprometidas para o pagamento de juros.
“ À medida que ultrapassamos os US$ 32 trilhões em dívidas públicas, já passou da hora de falarmos sobre os principais culpados, que são o crescimento obrigatório dos gastos e a falta de receitas para financiá-los ”, afirmou o CEO da fundação, Michael A. Peterson.
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