Saiba como estão as condições de saúde de Jair Bolsonaro e da deputada Amália Barros
Redação PARADOXO BR ·
Direitos Humanos em perigo. Senadores e deputados investigam se prisioneiros do 8 de janeiro estão sendo respeitados, segundo a lei
Direitos humanos em perigo. Mais um mês após os incidentes que culminaram com a depredação de prédios do governo e do STF na Praça dos Três Poderes em 8 de janeiro, senadores da base aliada do ex-presidente Jair Bolsonaro foram até o presídio da Papuda para averiguar a situação das pessoas sob custódia. Há rumores de que os detidos estariam vivendo em condições aquém dos direitos humanos.
Por meio de nota oficial, o senador Eduardo Girão (Novo-CE) destacou que “apesar dos esforços do governo do Distrito Federal, constatou-se que a penitenciária possui capacidade limitada para atender a grande quantidade de presos”, concluiu.
A comitiva de senadores foi formada por Rogério Marinho (PL-RN), Magno Malta (PL-ES), Sergio Moro (União Brasil-PR), Marcos Pontes (PL-SP), Tereza Cristina (Progressistas-MS), Jorge Seif (PL-SC), Eduardo Girão (Novo-CE), Zequinha Marinho (PL-TO), Luís Carlos Heinze (Progressistas-RS) e Jaime Bagattoli (PL-RO).
Direitos humanos também podem ter sido desrespeitados na Colmeia
Enquanto os senadores visitavam o presídio masculino, a deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) esteve no presídio feminino da Colmeia, também localizado em Brasília. Em seu retorno à Câmara, Zanatta discursou, destacando as péssimas condições vividas por detentas dentro das celas, e que sequer foram julgadas.
“Fomos fazer esta visita porque não compactuamos com injustiças”, destacou a parlamentar catarinense. “Recebemos pedidos das famílias e, entre as mulheres detidas de todo o País, estão 55 catarinenses. Estou trabalhando para que haja a análise individualizada dos casos e o cumprimento do devido processo legal e dos direitos humanos. Será que existe seletividade sobre direitos humanos?”, questionou.
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