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Redação PARADOXO BR ·
O secretário de segurança pública de São Paulo, Guilherme Derrite, negou a paralisação da Operação Escudo, que já efetuou quase 60 prisões ligadas ao tráfico
O secretário de segurança pública de São Paulo, Guilherme Derrite, negou a paralisação da Operação Escudo, que já efetuou quase 60 prisões ligadas ao tráfico desde 28 de julho no Guarujá
Apesar da pressão exercida pela Defensoria Pública, a Operação Escudo, iniciada pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo no litoral sul do estado logo após a morte do soldado Patrick Bastos Reis, da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), ainda deve continuar por tempo indefinido.
A informação foi confirmada pelo secretário do governo paulista, o capitão Guilherme Derrite, em entrevista ao Oeste Sem Filtro na quinta-feira (3).
Desde 28 de julho até 2 de agosto, os comandados por Derrite já efetuaram 84 prisões, sendo 54 em flagrante e 30 que estavam foragidos. Já nas ações contra o tráfico, somente na quarta-feira foi apreendida uma carga enorme de drogas no
Integrantes do GOE (Grupo de Operações Especiais) ainda subiram o morro da Vila Júlia para efetuar a apreensão de munições, rádios comunicadores e mais entorpecent
Além de confirmar a continuidade das operações policiais no litoral de São Paulo, o secretário Guilherme Derrite lamentou que o STF tenha decidido colocar em votação a descriminalização das drogas para usuários. O combate ao tráfico tem sido uma das prioridades de sua gestão no governo de São Paulo.
“O Judiciário está fazendo o papel do Legislativo”, lamentou Derrite, que também foi eleito deputado federal em 2022. “A mãe dos crimes é o tráfico de drogas, não os pequenos furtos nem roubos.”, analisou.
“Se pretender legalizar ou descriminalizar as drogas, o foro de definição desta realidade é o Congresso Nacional. “É uma invasão de competência do Poder Legislativo.”, concluiu Derrite.
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