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Redação PARADOXO BR ·
O ex-procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, afirma que a operação pouco teve relação com o 8 de janeiro
O ex-procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, afirma que a operação pouco teve relação com o 8 de janeiro
O deputado cassado pelo Podemos do Paraná, Deltan Dallagnol (hoje filiado ao Novo), disse que a operação de busca e apreensão autorizada pelo Supremo Tribunal Federal não está exatamente ligada a uma eventual participação de Carlos Jordy – líder da oposição na Câmara – aos eventos do 8 de janeiro de 2022.
A ação da Polícia Federal – que acontece mais de um ano após as depredações nos Três Poderes – teria como objetivo central acessar informações e estratégias a serem colocadas em prática no Legislativo pelo deputado, que também é pré-candidato à prefeitura de Niterói, município do Rio de Janeiro.
“O acesso ao celular e computador de Jordy dará ao STF, que nas palavras de ministros da própria corte vive uma “lua de mel” com o governo Lula, acesso a todas as estratégias da oposição, liderada por Jordy na Câmara dos Deputados”, afirmou Dallagnol.
“Aprendi no caso Intercept (site que obteve informações da Vaza Jato), junto com todos que foram atingidos, que acesso ao celular pode servir para tirar de contexto, deturpar e desfigurar um trabalho e pessoas. Qual o valor do celular e computador do Carlos Jordy?”, questiona o ex-procurador do MPF.
Como o Paradoxo BR mostrou, a Polícia Federal bateu à porta do deputado Carlos Jordy às 6h da manhã e levou computadores e R$ 1 mil em dinheiro. O líder do governo na Câmara nega ter incentivado ou planejado qualquer ação ligada ao 8 de Janeiro.
Redação PARADOXO BR ·
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