Saiba como estão as condições de saúde de Jair Bolsonaro e da deputada Amália Barros
Redação PARADOXO BR ·
A iminente censura aplicada ao X - ou a saída definitiva do país - é um lembrete para o avanço do autoritarismo contra usuários das redes sociais em todo o
A iminente censura aplicada ao X – ou a saída definitiva do país – é um lembrete para o avanço do autoritarismo contra usuários das redes sociais em todo o mundo
A hipótese de fechamento do escritório da rede X no Brasil em razão da censura, resgatou o histórico de medidas autoritárias contra as redes sociais pelo mundo. Caso o X confirme sua retirada, o microblog seguirá o destino de Locals e Rumble, que não aceitaram imposições de nossa justiça eleitoral.
A China do ditador Xi Jinping é o líder global de banimento de aplicativos e sites. Desde 2009, Facebook, Twitter (hoje X), WhatsApp e Facebook são bloqueados por ordem do governo. O veto às redes sociais ficou conhecido como The Great China Firewall – uma alusão às Grandes Muralhas do gigante asiático.
Desde 2011, o governo comunista lançou um serviço alternativo chamado WeChat. Contudo, o uso do VPN (Virtual Private Network) é uma prática comum entre os chineses para driblar o forte rastreamento.
Outra nação que se destaca pela censura à liberdade de expressão é a Índia, que até 2020 era um dos maiores usuários do TikTok. O aplicativo da Bytedance foi censurado em 2020, após o governo alegar que o uso dos vídeos online era prejudicial à nação.
A justificativa oficial foi a de que o TikTok – além de mais 58 aplicativos – “oferecem ameaças à soberania e integridade da Índia, à defesa da Índia, à segurança do Estado e à ordem pública”.
A censura às redes sociais na Coreia do Norte começou mais tarde. Em 2016, a ditadura de Kim Jon-un dobrou a aposta contra os usuários de VPN. Por meio de decreto, qualquer cidadão que fosse flagrado usando métodos para driblar a censura seria alvo de punições severas.
O país muçulmano – que separou-se oficialmente da União Soviética em 1991, dois anos após a queda do muro de Berlim – não admite o uso de nenhuma plataforma de origem ocidental. Para garantir a repressão, os estudantes são obrigados a assinar compromissos de não usar VPN para acessar páginas do Facebook e X.
Assim como na China, o Irã barrou Facebook e Twitter em 2009, em meio às eleições – e os protestos populares – daquele ano. Para barrar usuários como o VPN, o governo ditatorial começou a aplicar em 2020 uma série de medidas para cortar o sinal das redes privadas.
Aliado de primeira hora do governo Lula, o uso de qualquer rede social é estritamente proibido na ilha do caribe. O país dominado pela revolução de Fidel Castro é hoje um dos mais censurados do mundo, atingindo grau 79 (de 100) no índice internacional Freedom On The Net.
Redação PARADOXO BR ·
Redação PARADOXO BR ·