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Redação PARADOXO BR ·
Brasil melhora no ranking de liberdade econômica com medidas de Paulo Guedes. Ranking de da Heritage Foundation mostrou salto em 6 posições
Lei da Liberdade econômica. Corte de impostos de combustíveis e da indústria. Desburocratização. As medidas implementadas pelo ministro Paulo Guedes durante a gestão Bolsonaro fizeram com o que o Brasil melhorasse sua posição no ranking mundial de Liberdade Econômica, elaborado pela Heritage Foundation.
Na nova edição, divulgada esta semana, o país aparece na 127ª colocação, saltando seis posições em relação ao ranking anterior. Ainda assim, o desempenho do Brasil está bem aquém das maiores potências do mundo – e as expectativas não são as melhores para os próximos quatro anos.
A retomada de impostos, a revogação dos processos de estatização e outras medidas anunciadas pelo ministro Fernando Haddad levaram a organização alertar para a piora do quadro econômico nacional.
O Heritage Foundation, ao divulgar os números do Brasil, pontuou:
“As pontuações de corrupção e direitos de propriedade do Brasil são relativamente baixas e seu sistema judicial permanece vulnerável à influência política. A presença do estado em muitas áreas da economia continua considerável, prejudicando o desenvolvimento de um setor privado mais vibrante”.
Além do aumento de impostos promovido pelo governo Lula, a intervenção nas políticas trabalhistas e uma maior regulação, também devem afetar o posicionamento do Brasil no ranking, que conta com Venezuela e Cuba nas duas últimas posições. (174ª e 175ª, respectivamente).
A lista de países mais bem avaliados no quesito liberdade econômica pela Heritage Foundation conta com 7 europeus e três asiáticos. Os Estados Unidos só aparecem na 25ª posição.
Confira a lista:
1º Singapura
2º Irlanda (EIRE)
3º Suíça
4º Taiwan
5º Nova Zelândia
6º Estônia
7º Luxemburgo
8º Holanda
9º Dinamarca
10º Suécia
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