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Agronegócio supera críticas de Lula e mantém economia em alta

Agronegócio paulista registra forte alta no início do ano e rebate ataques do governo Lula

Foto de Redação PARADOXO BRPor Redação PARADOXO BR··1 min de leitura
Agronegócio
Agronegócio — Imagem recuperada do acervo do site original (Wayback Machine).

Agronegócio paulista contou com forte investimentos em 2022 e registra crescimento de 4% entre janeiro e abril

Embora o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), tome para o governo Lula o mérito do crescimento econômico no primeiro trimestre de 2023, a aposta feita pelo setor do agronegócio no final de 2022  – constantemente atacado por Lula – é o que tem sustentado o PIB brasileiro no início do ano.

Os números são comprovados por órgãos, como a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Segundo a pasta, as exportações do agro paulista registraram crescimento de 4,3% entre janeiro e abril. No total, o setor contou com US$ 7,7 bi em vendas para o exterior, contra US$ 1,7 bi em gastos com importações. O balanço das operações foi de superávit para o setor de US$ 6,02 para o período, com alta de 4% sobre 2022.

Os dados foram apurados pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), chefiado por José Alberto Angelo, Carlos Nabil Ghobril e Marli Dias Mascarenhas Oliveira.

Segundo o IEA-APTA, a participação do agronegócio na balança comercial do Estado foi de 37,7%. Para o secretário de Agricultura e Abastecimento, Antonio Junqueira, os números mostram que o agronegócio é cada vez mais forte e sustentável no Estado de São Paulo.

“Os resultados são bastantes significativos e representam a grandeza do agropecuário para a economia paulista. Estamos trabalhando para incentivar o pequeno e médio produtor e, com isso, temos a certeza de que esses números vão crescer mais num futuro próximo”, destacou.

Agronegócio: os destaques do primeiro quarto

Os principais grupos exportadores do agronegócio paulista entre janeiro e abril foram açúcar e etanol (US$ 1,95 bilhão), soja (US$1,55 bilhão), carnes (US$ 931,7)produtos florestais (US$ 883,40 milhões) e sucos (US$ 682,17 milhões) Os cinco agregados representaram 77,4% das vendas externas do setor.

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