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8 de Janeiro: donos de supermercado em Brasília são presos pela Polícia Federal

Defesa alega que  detidos pela Polícia Federal não tiveram acesso aos detalhes do processo conduzido pelo STF

Foto de Redação PARADOXO BRPor Redação PARADOXO BR··1 min de leitura
Polícia — Imagem de capa original não recuperada.

Defesa alega que  detidos pela Polícia Federal não tiveram acesso aos detalhes do processo conduzido pelo STF

A defesa de Adauto Lúcio de Mesquita e Joveci Xavier de Andrade, detidos nesta quinta-feira (29) na 25ª fase da Operação Lesa Pátria, da Polícia Federal, afirmou que, até o momento, não obteve acesso à decisão da justiça.

Sócios da rede atacadista de alimentos Melhor Atacadista, sediada no Distrito Federal, eles são acusados pelo STF de ter “financiado” o acampamento de manifestantes montado  em frente ao QG do Exército Brasileiro, em Brasília, durante as eleições de 2022.

Por meio de nota, os advogados informaram que seus clientes não poderão “elucidar as questões” sem que os detalhes do processo sejam informados.

“A realização de apurações pelo Estado é considerada válida, e os investigados veem agora a oportunidade de elucidar completamente as questões em aberto”, alerta a defesa dos empresários.

Presos pela Polícia Federal foram indiciados em CPMI

O que se sabe até o momento é que o indiciamento de Adauto Lúcio de Mesquita e Joveci Xavier de Andrade foi solicitado durante as apurações  realizadas pela Câmara Legislativa do DF e pela CPMI do 8 de Janeiro em 2023.

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